Seis seguem presos por homicídio no Pilar; investigações continuam e mais prisões não estão descartadas
Três suspeitos foram liberados por falta de evidências
A Polícia e o Ministério Público seguem avançando nas investigações sobre o homicídio registrado no município de Pilar, Região Metropolitana de Maceió. Desde o dia do crime, pelo menos nove pessoas foram detidas, mas apenas seis permanecem presas, suspeitas de envolvimento direto no assassinato.
De acordo com informações repassadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), três pessoas detidas inicialmente foram liberadas por falta de indícios concretos de participação no crime. No entanto, as autoridades alertam que, caso surjam novos elementos durante o andamento das investigações, esses suspeitos poderão ser detidos novamente.
As primeiras prisões foram registradas na última segunda-feira (27), quando dois homens foram capturados em flagrante portando armas de fogo. Apesar da detenção, as investigações apontaram que eles não tiveram envolvimento com o homicídio. Ambos foram autuados por porte ilegal de arma e liberados após o pagamento de fiança.
No sábado (28), na Bahia, quatro pessoas foram detidas. Três delas tiveram participação confirmada no crime e seguem custodiadas. O quarto suspeito, parente de um dos investigados, foi liberado após ficar comprovado que não teve envolvimento no caso.
Outras três prisões foram registradas neste domingo (29), durante uma ação integrada entre a Polícia Civil e o 8º Batalhão da Polícia Militar. Segundo a SSP, todos os detidos nesse dia possuem ligação direta com o homicídio e tiveram as prisões preventivas decretadas.
Seis suspeitos permanecem detidos
Com o avanço das diligências, a Justiça determinou a manutenção da prisão preventiva de seis investigados. A SSP também informou que todos os indivíduos identificados nas imagens da invasão à residência da vítima já foram devidamente reconhecidos pelas autoridades.
“As investigações seguem em ritmo acelerado e todos os envolvidos já foram identificados. Mesmo os que foram liberados inicialmente poderão ser chamados novamente para prestar esclarecimentos ou, caso surjam novas provas, voltarem a ser presos”, informou a Secretaria em nota oficial.
O crime, que gerou grande repercussão e mobilizou diversas forças de segurança, continua sendo tratado como prioridade pelas autoridades estaduais.
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