Advogado de serial killer some no meio do júri e interrompe depoimento de réu em Maceió
Defensor do réu estava no andar inferior do Fórum, participando de uma audiência de custódia
O terceiro julgamento de Albino Santos de Lima, conhecido como o “serial killer de Maceió”, foi marcado nesta quinta-feira (31) por uma situação inusitada: o advogado de defesa do réu, Geoberto Bernardo de Lima, deixou o plenário sem avisar e interrompeu o andamento da sessão por cerca de 15 minutos.
O réu havia iniciado seu depoimento e respondia a perguntas do juiz e do promotor de Justiça Claudemir Vilas Boas quando, repentinamente, a fala precisou ser suspensa. O motivo: o defensor não estava mais presente no salão do júri. A ausência gerou surpresa entre os presentes. Pouco depois, foi descoberto que o advogado estava no andar inferior do Fórum, participando de uma audiência de custódia.
Durante esse intervalo, a continuidade do interrogatório ficou comprometida, já que, por lei, o acusado não pode prestar depoimento sem a presença de seu advogado de defesa. O magistrado precisou pausar os trabalhos até que o defensor retornasse ao plenário.
Geoberto Bernardo de Lima voltou cerca de 15 minutos depois, e o júri foi retomado. Mais cedo, o advogado também havia proibido a realização de imagens do réu durante a sessão.
Albino Santos de Lima está sendo julgado pela morte da adolescente Ana Clara Santos Lima, de 13 anos, assassinada a tiros no dia 3 de agosto de 2024, no bairro Vergel do Lago, em Maceió. Este é o terceiro julgamento que o réu enfrenta, após já ter sido condenado a mais de 61 anos de prisão em dois outros casos.
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