Casos de morte por metanol em São Paulo sobem para nove
Jhenifer Carolina, de 27 anos, é a 9ª morte confirmada por metanol em São Paulo
Jhenifer Carolina dos Santos Gomes, de 27 anos, moradora de Osasco, é a nona vítima confirmada de morte por intoxicação de bebida alcoólica adulterada com metanol em São Paulo.
Ela era esposa de Cleiton da Silva Conrado, que também morreu após consumir a bebida. Os dois participaram de um churrasco com o primo Daniel Antonio Francisco Ferreira, em Osasco, e depois compraram um gim em uma adega da região, que acabou vitimando os três amigos.

Assim como Cleiton, Jhenifer foi encontrada desacordada em casa e levada ao hospital, onde não resistiu. Sua morte foi confirmada pelas autoridades de saúde nesta sexta-feira (24).
O levantamento mais recente da Secretaria Estadual da Saúde aponta que o número de mortes subiu de sete para nove. A outra vítima recente é Rafael Anjos Martins, de 27 anos, que ficou 52 dias em coma antes de morrer.
Ao todo, já são 44 casos confirmados de intoxicação por bebidas adulteradas, 14 seguem em investigação e 434 suspeitas foram descartadas.
O metanol é um álcool usado industrialmente e extremamente perigoso quando ingerido, podendo causar danos graves ao fígado, medula, cérebro, nervos ópticos, além de insuficiência pulmonar e renal, levando à cegueira, coma ou morte.
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