Serial killer de Alagoas é condenado a mais 24 anos e eleva pena total para 150 anos de prisão
Durante o júri, o réu confessou o ataque, mas voltou a afirmar que agiu sob influência do “Arcanjo Miguel”
O réu Albino Santos de Lima, conhecido como o “serial killer de Alagoas”, foi condenado nesta quinta-feira (13) a mais 24 anos, 11 meses e 8 dias de reclusão, em regime fechado, pelo assassinato de Beatriz Henrique da Silva, morta a tiros dentro de casa, na Rua Cabo Reis, no bairro Ponta Grossa, em Maceió. Este é o sexto julgamento de Albino no Tribunal do Júri. A nova condenação faz sua pena total saltar de 126 para 150 anos de prisão.
Beatriz foi executada por Albino enquanto dormia ao lado do filho de quatro anos, que também foi atingido por um dos disparos. O menino sobreviveu. Segundo o Ministério Público, o crime seguiu o mesmo padrão já identificado nas outras ações do réu: ataques cruéis, sempre mirando na cabeça, e escolhidos a partir de monitoramento das vítimas, sobretudo mulheres, nas redes sociais.
Durante o júri, o réu confessou o ataque, mas voltou a afirmar que agiu sob influência do “Arcanjo Miguel”, alegação rebatida pelo laudo psiquiátrico oficial, que confirma sua plena imputabilidade. O MP sustentou que Albino agia com frieza, catalogava datas de crimes, seguia as vítimas digitalmente e guardava recortes de reportagens sobre os homicídios.
Apontado como responsável por uma série de execuções em Maceió, sempre contra mulheres que, segundo ele, estariam envolvidas com tráfico, Albino acumula agora 150 anos de condenações. O réu ainda será submetido a um sétimo julgamento, previsto para janeiro, também por feminicídio.
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