Barraqueiros rebatem acusação de homofobia após confusão em Porto de Galinhas
As imagens foram publicadas no perfil de um influenciador digital que também atua como barraqueiro na região e são conduzidas por um trabalhador identificado como Dinho
Barraqueiros envolvidos na confusão registrada na praia de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, divulgaram um vídeo nesta segunda-feira (29), no qual apresentam sua versão sobre o episódio ocorrido após um desentendimento com turistas. O caso envolve um casal do estado de Mato Grosso, que denunciou agressões após uma discussão relacionada à cobrança pelo uso de cadeiras na faixa de areia.
No vídeo, os comerciantes rebatem as acusações feitas pelos turistas e relatam como, segundo eles, a situação se desenvolveu. As imagens foram publicadas no perfil de um influenciador digital que também atua como barraqueiro na região e são conduzidas por um trabalhador identificado como Dinho.
Logo no início do depoimento, Dinho nega que a confusão tenha tido motivação homofóbica, versão que chegou a ser levantada após o relato do casal. “Não foi um caso de homofobia. Estão tentando atrelar isso à história e não foi”, afirma.
*Estagiário sob supervisão
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
