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Presidente do Grupo Corona é encontrado morto após sequestro no interior do México

O corpo do executivo apresentava marcas evidentes de violência, incluindo sinais de espancamento e perfurações provocadas por disparos de arma de fogo

Por 7Segundos 07/01/2026 19h07
Presidente do Grupo Corona é encontrado morto após sequestro no interior do México
O corpo do executivo apresentava marcas evidentes de violência, incluindo sinais de espancamento e perfurações provocadas por disparos de arma de fogo - Foto: Reprodução

Dias após ser sequestrado por homens armados em uma rodovia do interior do México, o presidente do Grupo Corona, José Adrián Corona Radillo, foi encontrado morto no município de Atenguillo, no estado de Jalisco. O caso veio a público por meio do portal argentino Infobae e passou a ser investigado pela Promotoria-Geral do Estado desde o registro da ocorrência, em 26 de dezembro.

Empresário de destaque no setor de bebidas, Radillo era proprietário de marcas reconhecidas nacionalmente, como Rancho Escondido, Tequila Don Armando e Dolce Amore, integrando uma das companhias mais relevantes do país.

De acordo com informações confirmadas pelas autoridades locais, o corpo do executivo apresentava marcas evidentes de violência, incluindo sinais de espancamento e perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a autoria, motivação ou possíveis suspeitos do crime.

Segundo dados da polícia e da imprensa mexicana, José Adrián Corona Radillo foi rendido por homens armados ao passar pelo entroncamento de Volcanes, no município de Atenguillo, enquanto trafegava pela rodovia que liga Talpa de Allende a Puerto Vallarta, trecho conhecido por seu intenso fluxo turístico e importância econômica para a região.

No momento do sequestro, o empresário estava acompanhado da companheira e dos filhos. O veículo em que a família seguia foi interceptado, mas as circunstâncias da ação criminosa ainda estão sob apuração. As autoridades não divulgaram informações sobre o destino ou a situação dos acompanhantes, alegando sigilo operacional para não comprometer o andamento das investigações.

A Promotoria de Jalisco informou que o caso segue em investigação e que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências.