Justiça

Suspeito de encomendar morte de supervisor do CRB segue preso, determina Justiça

Ruan é apontado como principal suspeito de ter encomendado a morte de Joba, que foi executado na última sexta-feira (23), enquanto se dirigia para o trabalho

Por Wanessa Santos 27/01/2026 13h01 - Atualizado em 27/01/2026 13h01
Suspeito de encomendar morte de supervisor do CRB segue preso, determina Justiça
Ruan, suspeito de ter encomendado a morte de Joba (à esquerda), e a vítima, Johanisson Carlos Lima Costa, (à direita) - Foto: Reprodução

O homem apontado como mandante do homicídio que tirou a vida de Johanisson Carlos Lima Costa, supervisor das categorias de base do CRB conhecido como Joba, deve permanecer preso. Ruan passou por audiência de custódia nesta terça-feira (27) e, após avaliação, o juiz responsável pelo caso entendeu que, neste momento, a manutenção da prisão do acusado é necessária para a conclusão das investigações.

Ruan é apontado como principal suspeito de ter encomendado a morte de Joba, que foi executado na última sexta-feira (23), enquanto se dirigia para o trabalho. O homem suspeito de ter mandado matar o supervisor do CRB estava foragido desde e então e, na noite dessa segunda-feira (26) acabou se apresentando à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A defesa de Ruan chegou a solicitar a revogação da prisão do acusado, mas não teve sucesso. No momento da prisão, o suspeito preferiu não apresentar sua versão dos fatos, e acabou permanecendo em silêncio.

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, responsável pelas investigações do caso, as investigações apontaram que Johanisson Lima tentava reatar o casamento com a ex-mulher e foi assassinado a mando de um homem com quem ela se envolveu enquanto estavam separados.

Ruan teria contratado um grupo de matadores de aluguel por R$ 10 mil para executar o crime. Entre os cinco envolvidos, três morreram em confronto com a polícia.