AMA, Bancos, Procon e OAB estudam recomendações para organizar filas em agências
Houve uma webconferência para discutir o assunto nesta quinta-feira
Preocupados com a superlotação nos bancos e nas lotéricas, a presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Pauline Pereira, participou, na manhã desta quinta-feira (16), de uma webconferência com gerentes dos bancos do Brasil, Caixa e Bradesco, além do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL), Nivaldo Barbosa, e o superintendente do Procon em Alagoas, Daniel Sampaio.
O presidente da OAB-AL, Nivaldo Barbosa, explicou que o grupo já havia realizado outras reuniões, mas sentiu a necessidade da participação da AMA para afinar estratégias em conjunto com os municípios. “Os bancos estão apenas com 30% dos profissionais e por outro lado a demanda aumentou com o pagamento dos benefícios sociais. Queremos conjugar esforços para organizar as filas e evitar aglomerações”, destacou Nivaldo ao pedir ajuda das guardas municipais das cidades que possuem guardas estruturadas.
São 70 municípios que tem guardas estruturadas, nos demais municípios a sugestão da presidente AMA, Pauline Pereira, é outra. “Podemos analisar juntos aos órgãos competentes a possibilidade de transferir os funcionários das prefeituras que não se encaixam no home office para serem monitores nas filas e auxiliar na organização”, sugeriu a presidente da AMA ao destacar que os prefeitos querem ajudar, mas não podem disponibilizar recursos nesse momento de crise.
O presidente da OAB-AL também solicitou ao Exercito envolver tiro de guerra nas cidades que possuem. Outras sugestões discutidas foram: a colocação de tenda na porta, bloquear o acesso de carro nas lotéricas e agências bancárias, aumentar o tempo dos autoatendimentos disponíveis para população e propor às prefeituras o pagamento de folhas escalonado. O superintendente do Procon em Alagoas, Daniel Sampaio, destacou que o órgão tem recebido inúmeras reclamações dos clientes com relação à superlotação nos bancos em tempo de pandemia.
“Precisamos incentivar o uso de aplicativos. Importante essa reunião para alinhar os pontos para dar essa resposta à sociedade. Por outro lado, também precisamos da conscientização das pessoas sobre o distanciamento social”, afirmou Sampaio.
O superintendente da Caixa em Alagoas, Sander Farias, explicou que com o funcionamento reduzido e a grande demanda, as agências estão precisando de ajuda externa. “Estamos comprando a máscara de tecido para distribuir para os terceirizados e funcionários. As filas estão relativamente organizadas, mas tem os momentos de pico e precisamos de uma ajuda externa”, enfatizou.
Eduardo Lima, superintendente do Banco do Brasil, destacou que a ajuda dos municípios tem sido muito grande, mas existe um leque de situações locais. “Após consultar outros órgãos, podemos fazer um memorando de entendimento para servir de orientação pra os municípios”, sugeriu. O representante do Bradesco, Hermano Cavalcante, também destacou que a instituição está tomando todas as medidas preventivas possíveis.
Após analise das propostas por outros órgãos, a orientação deve ser publicada em conjunto para os gestores municipais, determinando o que é possível e o que será responsabilidade de cada ente.
Veja também
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
