Ataque de Adélio a Bolsonaro não teve mandante, diz inquérito da PF
Documento indica, mais uma vez, que o pedreiro agiu sozinho
O resultado parcial do segundo inquérito da PF (Polícia Federal) sobre o ataque ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concluiu que não houve mandantes no crime. O relatório com mais de 300 páginas foi enviado à Justiça Federal nesta quarta-feira (13).
Conforme mostrou o R7 no final de abril, as provas colhidas apontam, mais uma vez, que o pedreiro Adélio Bispo agiu sozinho ao esfaquear o então candidato à presidência, em setembro de 2018.
Apesar disto, os investigadores ainda tentam autorização do STF (Supremo Tribunal Federal) para fazer uma perícia no celular de Zanone Oliveira, advogado de Adélio Bispo, e colher mais informações relacionadas ao caso.
O aparelho chegou a ser recolhido durante uma operação, mas uma decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da Primeira Região), atendendo a um pedido de OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), barrou a análise dos dados.
O relatório apresentado à Justiça foi baseado em depoimentos, quebras de sigilo bancário, fiscal, de telefone e resultado de buscas e apreensões de documentos e diligências realizadas, além da desconstrução de diversas fake news que surgiram sobre o caso.
Procurado, o advogado de Adélio Bispo disse que ainda não teve acesso ao relatório da PF e afirmou também acreditar que o autor da facada agiu sozinho. O Planalto informou que não vai comentar sobre o documento.
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