Amazônia registra maior número de queimadas desde junho de 2007
Bioma teve 2.308 focos de incêndio no mês passado, 3% a mais do que no mesmo período de 2020, quando também houve recorde
Pelo segundo ano consecutivo, a Amazônia teve o mês de junho com o maior número de queimadas desde 2007. Foram 2.308 incêndios, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em 2020, o número de queimadas foi de 2.248, ou seja, houve um crescimento de 3%.
A taxa é preocupante e se aproxima dos níveis elevados vistos no início dos anos 2000. O recorde, por exemplo, aconteceu em 2004, quando foram identificados 9.179 focos de incêndio. Na última década, no entanto, as queimadas haviam sido controladas e reduzidas, permanecendo em uma média de 1.705 focos por mês.
Os números devem aumentar com a chegada da estação mais seca na Amazônia. Nessa época, a mata derrubada em outros momentos é queimada e causa fogos em diversos locais.
Em 2019, entre os meses de agosto e setembro, a situação chegou a tomar proporções internacionais, quando autoridades de outros países se manifestaram contra o modelo de gestão da Amazônia.
A forma como o governo brasileiro trata a preservação do meio ambiente e as soluções para atenuar os impactos das queimadas são alvo de críticas de ambientalistas, ativistas e até mesmo da comunidade internacional. A preocupação pode atingir a economia brasileira, com a redução de investimentos externos no país por causa da má imagem nesse setor.
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