Bolsonaro critica demissão de quem se recusa a se vacinar
Segundo o presidente, país pode ter mais pessoas em situação de extrema pobreza devido à exigência da vacinação por empresas
O presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou a demissão de pessoas que se recusam a tomar a vacina contra a Covid-19. Segundo ele, as liberdades individuais de cada cidadão precisam ser respeitadas e ninguém deve ser obrigado a se imunizar.
“Vai demitir um cara casado, com filhos, e ele vai viver do quê? Não querem respeitar a liberdade das pessoas. É um direito dele se vacinar ou não. E essa pessoa [demitida] vai estar condenada a quê? Vai ser obrigada a ir para a marginalidade, entrar na violência, fazer um serviço que não está de acordo com sua formação moral. Que negócio é esse?”, ponderou o presidente, em live nas redes sociais na noite desta quinta-feira (9).
De acordo com o presidente, a exigência da vacinação imposta por algumas empresas aos funcionários, além de aumentar a criminalidade ao redor do país, pode fazer com que o número de brasileiros em situação de extrema pobreza cresça.
“Segundo um estudo do IBGE, sem auxílio emergencial, a extrema pobreza teria atingindo 27 milhões de pessoas no Brasil. Parece que alguns governadores, em especial o de São Paulo, querem realmente levar parte da população para a extrema pobreza ao permitir a demissão de funcionários que não apresentem cartão vacinal. Já tem estudo científico comprovado de que quem foi infectado tem mais imunidade do que quem tomou vacina. Por que essa obrigação?”, questionou o presidente.
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