Política

Deputado Fabio Costa diz que sensação de insegurança cresce e cobra políticas mais firmes contra o crime

Parlamentar afirma que dados refletem dificuldade do governo em garantir tranquilidade ao cidadão e defende mudança de rumo na segurança pública

Por 7Segundos, com Assessoria 03/02/2026 11h11
Deputado Fabio Costa diz que sensação de insegurança cresce e cobra políticas mais firmes contra o crime
Delegado Fabio Costa - Foto: Reprodução

O deputado federal Delegado Fabio Costa afirmou que o aumento da sensação de insegurança no Brasil reflete falhas na condução das políticas públicas do atual governo federal. A avaliação ocorre após levantamento do instituto Paraná Pesquisas apontar que 44,3% da população considera que a segurança pública piorou durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Para o parlamentar, o dado traduz o que muitos brasileiros sentem no dia a dia. Segundo ele, o governo não tem facilitado a vida do cidadão de bem, o que acaba se refletindo em ruas mais perigosas, medo constante e dificuldade de convivência em espaços que antes eram considerados tranquilos. “Quando o Estado falha em proteger, quem sofre é a população, que passa a viver em alerta permanente”, afirmou.

Fabio Costa destacou que a percepção de insegurança não se limita a grandes capitais e já alcança cidades médias e pequenas em diversas regiões do país. Ele avalia que o enfraquecimento das políticas de enfrentamento ao crime e a falta de respaldo às forças de segurança contribuem para esse cenário. “O cidadão sente quando a lei não funciona e quando o criminoso parece ter mais vantagens do que quem trabalha e cumpre as regras”, disse.

O deputado afirmou que tem atuado na Câmara dos Deputados para endurecer leis contra criminosos e fortalecer políticas de segurança pública que tragam resultados concretos. Segundo ele, o objetivo é devolver tranquilidade à população sem discursos vazios ou promessas fáceis. “Segurança se constrói com seriedade, investimento e decisões firmes. É isso que defendo para que o cidadão volte a viver sem medo”, concluiu.