Politicando
Secretária de Educação recebe pais de alunos e abre as contas da prefeitura
Na manhã desta segunda-feira (19), enquanto alguns servidores da Educação de Arapiraca e pais de alunos realizavam “um panelaço” na sede do Centro Administrativo do município, a secretária de Educação, Mônica Pessoa, conversou com uma comissão de pais e o presidente do Sinteal na capital do Agreste, André Luís.
Segundo informações, alguns pais de alunos foram forçados a fazer parte da greve, que há muito tempo deixou de ser um movimento que cobra reajuste salarial e se tornou uma manisfestação política.
O prefeito, junto com a sua equipe, já se reuniu três vezes com o Sindicato e nesta segunda (19) foi o primeiro encontro com os pais dos estudantes. Na oportunidade, foi feito um resumo da questão financeira, legal e encaminhamentos administrativos que envolvem o reajuste salarial.
Se mudou alguma coisa? Ninguém sabe. O esclarecimento foi feito e a mesa de negociação continua aberta, mas paciência tem limite.
Nota oficial da Prefeitura:
A Prefeitura de Arapiraca continua de portas abertas ao diálogo com os trabalhadores da Educação do município. Todos os esforços estão sendo feitos para a normalização das aulas em todas as escolas e creches, a exemplo de algumas unidades que não aderiram ao movimento. Hoje mesmo, durante a manifestação ocorrida no Centro Administrativo, a secretária de Educação, Mônica Pessoa, e parte de sua equipe técnica se reuniram com um comitê formado por pais de alunos e integrantes do Sinteal. O objetivo foi esclarecer mais uma vez a situação de Arapiraca em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal, dentre outros impeditivos de dar um reajuste maior que os 2,33% propostos para o próximo quadrimestre do ano. O diálogo entre as informações partes é a única forma de solucionar o impasse para o bem dos alunos de Arapiraca.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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