Bastidores
PEC dos 600 reais para o Auxílio Brasil divide senadores da bancada alagoana
Votação deve ocorrer nesta quarta (07) no plenário do senado

A chamada PEC da transição, que garante o pagamento de 600 reais a todas as famílias cadastradas no Auxílio Brasil e paga mais 150 reais por cada filho de até cinco anos de idade, deve ser votada hoje no plenário do senado. A expectativa é de que, apesar de discordâncias pontuais por parte de senadores bolsonaristas, a proposta seja aprovada nos dois turnos e siga para a Câmara.
Na terça-feira (06), a PEC foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que conta com o senador alagoano Renan Calheiros (MDB) como titular. Apesar de não ser um dos defensores deste modelo de proposta, Calheiros disse ao Blog Bastidores que votou favorável na CCJ, e também o fará no plenário.
"Tenho defendido a aprovação e votei favoravelmente ontem na CCJ. Acho que não precisaria PEC mas o caminho foi este, paciência. Precisamos reconstruir o Brasil", afirmou o senador direto de Brasília.
Já Fernando Collor (PTB) ainda não tornou pública sua posição em relação a PEC. O senador é suplente na CCJ, mas não apareceu na votação da proposta na comissão ontem. Nesta quarta, Collor está em Brasília, e confirmou que estará no plenário para votar - senadores da base bolsonarista tem defendido que a PEC tenha validade de apenas um ano, e ele pode reproduzir esse ponto.
Rodrigo Cunha (União) não respondeu sobre seu voto. O senador esteve nesta terça nos trabalhos da Comissão Mista de Orçamento, mas também deve estar presente na votação da PEC no senado.
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