Marina Ruy Barbosa cria marca e peças esgotam em 12h: "Melhor está por vir"
Ginger remete ao tom ruivo dos fios de Marina é também uma das cores das primeiras peças
A pausa nos trabalhos e o tempo de isolamento social imposto pela pandemia de coronavirus fizeram florescer na atriz Marina Ruy Barbosa um novo negócio. "Preciso dar espaço a outras mulheres que habitam dentro de mim", disse ela ao anunciar no último domingo a Ginger, uma marca de roupas com clamor sustentável fabricadas com algodão orgânico. Apesar de os preços variarem entre R$ 367 (o shorts) a R$ 527 (o top) e o lançamento acontecer em meio à crise econômica, as peças esgotaram em menos de 12 horas depois de abertas as portas virtuais da loja.
Ginger, que remete ao tom ruivo dos fios de Marina, batiza a empresa e também uma das cores das primeiras peças, o laranja -que, junto com o off-white, colorem as três peças do pontapé da marca: top, calça e shorts, tudo de moletom. Outras três cores para as peças devem chegar logo mais. A Universa, Marina conta que foi o tempo livre que acelerou a ideia antiga: criar uma marca de roupas versáteis e longe do peso das tendências. Ainda assim, a velocidade com que as peças foram vendidas surpreendeu. Ela promete muito mais. "O melhor está por vir."
leia a seguir a entrevista feita por email em que a atriz explica detalhes de sua nova marca.
UNIVERSA: Como nasceu o projeto da Ginger com a Vanessa? É um desejo antigo de vocês ou uma oportunidade identificada há pouco tempo?
MARINA: A Ginger é um sonho antigo, que venho nutrindo há muitos anos. Sempre fui apaixonada por moda, então criar uma marca própria era um caminho que parecia muito natural para mim. Foi uma forma de deixar aflorar um outro lado meu, uma nova forma de expressão. A Vanessa é uma grande amiga que se tornou sócia e parceira nessa jornada. Ela me ajudou a tirar um dos meus sonhos mais antigos do papel. Foi um encontro na hora certa!
"Vestindo o futuro com consciência" é o lema da marca, e a Ginger se preocupa com a qualidade do algodão e até com as etiquetas. Houve alguma preocupação específica com costureiras e com outras partes da cadeia produtiva?
Nossa preocupação com a cadeia de produção é total! Essa é uma parte igualmente importante dos elementos que compõe a nossa marca. Fomos muito cuidadosos na escolha dos nossos parceiros para garantir uma cadeia produtiva saudável e responsável. Também optamos por uma produção 100% brasileira, pois era muito importante para nós fomentar o setor dentro do país.
A Ginger nasce sem as amarras das estações e com foco na durabilidade das peças. O futuro projeto pela marca é também um futuro de menos consumo.
Acreditamos em um consumo editado, inteligente. Por isso, não sentimos a obrigação de seguir o tradicional calendário da moda. Lançaremos novos produtos quando fizer sentido e sempre com peças que realmente acreditamos.
Para nós também era fundamental apresentar roupas versáteis, que podem ser usadas de muitas formas, sem o peso das tendências. Esse é o segredo para um guarda roupa mais consciente: mais qualidade nas escolhas.
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