Rafael Tenório fala sobre dívidas no CSA e diz que ex-presidentes deveriam ser responsabilizados
O presidente o CSA, Rafael Tenório, esteve no Centro de Treinamentos Gustavo Paiva, localizado no bairro do Mutange, em Maceió, para acompanhar o treinamento da equipe. Ele conversou com a imprensa sobre vários assuntos, inclusive admitiu a frustração com o uniforme produzido pela Umbro, mas afirmou que a direção teve sua parcela de culpa. "Foi uma frustração para nossa torcida e para mim, presidente do clube. Esperava algo mais. Mas sou acostumado a trabalhar com multinacional, e a gente sabe que, às vezes, essas coisas demoram a ser resolvidas. Ao final de tudo, tenho certeza que será uma grande parceria. É só questão de ajustes. É uma empresa mundialmente conhecida. Nós também pecamos. Era para ter apresentado o design, como nós queríamos. Também tivemos nossa parcela de culpa", estacou.
O dirigente também explicou como funciona a parceria entre CSA e Umbro. " É uma parceria comercial. No contrato, diz quantas peças eles vão destinar durante o ano.Eles determinam tantas peças que a gente inclui para a base. Nas camisas comercializadas pela Umbro, o CSA tem um percentual sobre essas vendas. A partir de 5 mil camisas, o CSA começa a ter 10% de royalties. Atingindo 11.800 camisas, nós seremos bonificados com 2.500 camisas, que nós poderemos comercializar essas camisas e criar uma receitar para o clube", disse Rafael.
Acordos trabalhistas
De acordo com Rafael Tenório, durante sua gestão o CSA sofreu apenas uma reclamação trabalhista, impetrada pelo jogador Choco. Mesmo assm, o irigente garante que não há qualquer fundamento e o clube está todo documentado. De forma direta, relatou que os acordos que estão sendo firmados e pagos pela atual gestão são todos de direções passadas:"Jorge VI, Cicero Eugênio, Roberto Mendes. Muitos processos de jogadores da base. Nesses dias, pagamos R$ 15 mil ao Casinha, que era ex-jogador da base. Não sabia nem quem era. Pagamos isso e mais os honorários do advogado e as custas processuais. Esse foi um dos acordos feitos recentemente. Fiz um acordo com o Lorival Santos. Vamos pagar ele e o advogado em dez parcelas", concluiu.
Além do acordo com o treinador Lorival Santos, ele lembrou da reclamação trabalhista do ex-goleiro Flávio, de, sua última passagem pelo CSA entre 2012-2013.
Ele defendeu que os dirigentes fosse responsabilizados: "deveriam ser responsabilizados todos os presidentes do CSA que causaram isso. Temos causas trabalhistas desde 1996. São 20 anos. Os que estão na resolução, vamos ficar com apenas 12. Os outros, nós vamos negociando paulatinamente e vamos continuar recolhendo o valor acordado com o TRT. Com todo respeito, os ex-presidentes do CSA só tinham a preocupação de montar a equipe"- finalizou Rafael.
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