Ministério Público investiga prática de locações no rádio e TV
Após muita polêmica, o Ministério Público Federal começou a investigar a prática de locação de horários em rádio e TV para empresas de televendas e igrejas.
Nesta última semana, já aconteceu uma audiência pública na Câmara dos Deputados, para debater a terceirização na grade das TVs.
Segundo informações da colunista Keila Jimenez, o MP querer apurar os casos em que canais alugam quase toda a sua programação para religiosos.
Os principais alvos do órgão são o Canal 1, do Grupo Bandeirantes, que tem mais de 20 horas alugadas por dia, e a CNT, com mais de 90% da sua grade tomada por atrações da Igreja Universal.
Integrantes do Ministério Público acreditam que a fiscalização do Ministério das Comunicação é falha, já que não age quando deve no momento dessas vendas.
Especialistas dizem que a comercialização de horários é ilegal e contraria a Constituição, já que emissoras de rádio e TV são concessões públicas.
Já representantes dos canais dizem que a locação não fere a lei, uma vez que esta é a única forma de se manterem pois não recebem verba publicitária suficiente dos grandes anunciantes.
Últimas notícias
Criança de 5 anos mobiliza resgate após subir em torre de transmissão
Cobra é capturada no Bosque das Arapiracas; tamanho impressiona moradores
Moradores do Vergel agradecem a JHC por mudanças na moradia durante Caravana da Mudança
Leonardo Dias e Fábio Costa percorrem Palmeira dos Índios em grande carreata da Direita
“Mulher do interior não pode viajar horas para conseguir atendimento especializado”, afirma Renato Filho
Casal fica ferido após colisão entre moto e caminhão de bebidas na AL-101 Norte
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
Prefeitura inscreve para a segunda Consulta Pública do Plano de Mobilidade Urbana
