Marchantes fazem protesto e bloqueiam acesso à Frigovale
A Frigovale começou suas atividades na Capital do Agreste nesta segunda-feira (4), mas já tem deixado muitos marchantes e fateiras insatisfeitos por causa dos altos custos cobrados para o abate. Na manhã desta terça-feira (5), os profissionais bloquearam o acesso à sede da empresa, no Olho d'Água dos Cazuzinhas, em Arapiraca, em protesto contra a forma de funcionamento.
De acordo com os marchantes, o preço do abate aumentou e o custo-benefício não é mais o mesmo. Com a chegada da empresa, o abate subiu de R$35 para R$45, e a empresa fica com as vísceras do animal, que também era comercializada pelos profissionais.

Em entrevista ao Programa Comando Geral, da Rádio Novo Nordeste (570 AM), o diretor da Frigovale Arapiraca, Jaelson Gomes, explicou que o valor do abate sofreu uma queda muito grande. "O valor que iria ser cobrado era de R$68 por abate, esse valor foi para R$45 para facilitar a comercialização", disse.
Com relação a apropriação das vísceras do animal, o responsável pela empresa informou que a Frigovale realiza a higienização da carne e as vísceras poderão ser vendidas aos marchantes novamente, devidamente embaladas. "O profissional que quiser poderá comprar da empresa as vísceras, de forma correta, embalada, tratada, esterilizada e em condições profissionais de abate", explicou.
Como até o momento não houve nenhum tipo de acordo, os marchantes e as fateiras continuam no acesso a sede da empresa, às margens da AL-115.
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