Acusado de induzir aborto em adolescente será levado a júri popular
O réu Dismael Barbosa da Silva será levado a júri popular por induzir a morte do feto que estava sendo gerado por sua namorada, de 14 anos, dando a ela comprimidos de Cytotec, de acordo com decisão do juiz da 9ª Vara Criminal de Maceió, Geraldo Cavalcante Amorim. A data do julgamento ainda não foi definida.
Segundo a denúncia do Ministério Público de Alagoas (MP/AL), no dia 19 de fevereiro de 2010, o denunciado deu dois comprimidos de Cytotec, via oral, à namorada e introduziu, na região vaginal da jovem, mais dois comprimidos, provocando a morte do feto.
Segundo a mãe da adolescente, os comprimidos foram comprados pelo acusado e ela só teria tomado conhecimento do fato após a filha voltar da maternidade Santa Mônica. Em depoimento, a jovem afirmou que o namorado não queria “tirar o bebê” e que foi ela quem decidiu pelo aborto.
Dismael Barbosa alegou que a jovem, por medo da reação da mãe, pediu que ele comprasse a medicação abortiva. O réu deverá ser julgado por provocar aborto com o consentimento da gestante (artigo 126 do Código Penal). O crime prevê reclusão de um a quatro anos. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) desta terça-feira (5)
Últimas notícias
Carro colide com poste na Avenida Comendador Gustavo Paiva, em Jacarecica
Globo de Ouro 2026: tudo sobre a premiação que indicou "O Agente Secreto"
Suspeito de assalto é detido após ser flagrado portando arma de fogo na Cidade Universitária
PM flagra crimes de tráfico e cativeiro ilegal de aves silvestres
Homem é preso por agredir mulher e filho de 1 ano na Cidade Universitária
[Vídeo] João Gomes chora ao receber presentes das filhas de Kara Véia antes de show em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
