Escritórios da Eletrobras amanhecem de portas fechadas por causa de paralisação nacional
Quem precisou de atendimento em algum escritório da Eletrobras em Alagoas deu de cara com portas fechadas. Os funcionários a empresa aderiram a uma paralisação nacional de 24 horas para pressionar o governo sobre o acordo coletivo de trabalho.
De acordo com o Secretário de Comunicação do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas, Marcos Antônio Moura, os trabalhadores do Sistema Eletrobras vem, ao longo das últimas semanas, tentando construir um processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), baseado no respeito e na confiança.
"O presidente interino, Michel Temer, não autorizou a rodada de negociação que estava marcada para a próxima quarta-feira, dia 25) e o encontro precisou ser cancelado", disse Marcos Moura.
A paralisação desta segunda-feira serve também para intensificar a luta da categoria junto a Direção da Eletrobras que, segundo o sindicato, tem negligenciado as negociações.
"A direção da empresa se comprometeu a apesentar uma contraproposta da ACT 2016/2017 no dia 6 de maio, mas até agora nada", disse o órgão em nota oficial.
Apesar da paralisação, 30% dos serviços, considerados essenciais, foram mantidos.
"A paralisação não afeta a parte operacional da empresa. Apenas 70% dos serviços foram paralisados', informou Marcos Moura.
Caso o governo não retorne as negociações, a categoria deve agendar uma segunda paralisação, desta vez por 48h. Se mesmo assim a luta for ignorada, a greve pode ser deflagrada por tempo indeterminado.
Em Alagoas, os profissionais estão reunidos na sede da empresa, localizada na Avenida Fernandes Lima, em Maceió.
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