Operação prende integrantes de organização criminosa suspeita de tráfico de drogas e homicídios
Foram apresentados durante coletiva à imprensa na tarde desta segunda-feira (19), sete pessoas suspeitas de homicídios na capital alagoana. A "Operação Renitência", assim denominada foi deflagrada pelas polícias Militar e Civil. Dois dos sete presos faziam parte de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Maceió. O grupo foi preso na última quarta (14) e quinta-feira (15), em Maceió
De acordo com informações repassadas pela delegada Ana Luiza Nogueira, um dos presos identificado por Anderson de Menezes Cerqueira, vulgo "Mancha", de 33 anos, é apontado como o líder da organização criminosa. "Mancha" comandava de dentro do sistema prisional os crimes e contava com a ajuda da sua esposa, Pâmela Karithyane da Silva Barbosa, vulgo "Preta", de 26 anos, reclusa no presídio Santa Luzia. O casal é acusado de cometerem os assassinatos de três pessoas, no mês de agosto deste ano numa residência localizada no bairro do Bom Parto. As vítimas foram identificadas por Carlos Eliezer Alves Espíndola, vulgo “Elias”, Laílton Correia dos Santos, vulgo “Braço”, e Anderson da Silva Lira, mais conhecido por “Moinha”. A motivação do crime seria uma rixa entre gangues rivais.
Além do casal, foram presos Erivaldo da Silva, de 47 anos, Bruno Henrique dos Santos Silva, 21 anos, Edmilson Agostinho dos Santos, 40, Maria Ramos dos Santos, 47, e Geovane Ramos da Silva, de 23 anos. Maria Ramos e Geovane são apontados como os autores do homicídio de Maria Nazaré de Oliveira, no ano de 2013. Segundo a polícia, Maria Nazaré era amante do pai de Geovane.
Já Erivaldo, Edmilson e Bruno são acusados de homicídios cometidos nos anos de 2013, 2008 e 2014. Todos os crimes praticados pelo trio foram motivados por vingança. Erivaldo é suspeito de ter assasinado Max Nilton Rocha da Silva, no dia 4 de maio de 2013, Edimilson teria matado João Apolinário da Silva, no dia 30 de agosto de 2008, no bairro do Jacintinho. E Bruno teria participado da morte de Claudivan Rodrigues de Lima, no bairro de Ponta Grossa, no dia 12 de setembro de 2014.
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