Prefeitura de Palmeira é notificada por dívida milionária deixada por gestão anterior

A Prefeitura de Palmeira dos Índios recebeu esta semana a notificação de uma dívida existente com a Eletrobras que ultrapassa R$ 7 milhões. De acordo com a estatal, as parcelas de uma negociação da dívida, que somam R$ 248 mil, estão atrasadas. Por causa da dívida, a prefeitura não tem acesso aos R$ 230 mil arrecadados pela Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip), verba destinada ao custeio do serviço de iluminação pública e paga por todos os consumidores residenciais e não residenciais, de energia elétrica, e pelos proprietários de imóveis baldios.
Esta é mais uma herança maldita deixada pela gestão anterior. Apesar disso, o prefeito Júlio Cezar não tem medido esforços para colocar a casa em ordem nesse início de mandato. “A prefeitura não vê um centavo deste dinheiro, pois ele fica retido por causa da dívida. E mesmo assim, o parcelamento está em atraso. Isso tira qualquer possibilidade de a gente iluminar a cidade, colocar lâmpadas em postes e fazer outros serviços referentes à iluminação pública do município”, explicou o prefeito Júlio.
De acordo com o prefeito, um diálogo tem sido mantido entre a prefeitura, governo do Estado e Eletrobras para tentar solucionar o problema. “Vamos pedir um novo parcelamento desta dívida para que a população não seja penalizada. Nós já conversamos com o governo do Estado e com a Eletrobras. O débito da administração anterior com a Eletrobras tem penalizado os serviços de Saúde no município. Por causa da dívida, quatro Unidades Básicas de Saúde estão com os serviços suspensos e a população deixa de ser atendida. Além das contas de energia atrasadas, existem dívidas com a Casal, de R$ 700 mil, e também com os proprietários das casas alugadas onde os postos funcionam”, declarou o prefeito.
Para o prefeito Júlio, a Saúde é uma das metas prioritárias do governo e que não pode fechar as portas para o povo. “Estamos buscando resolver algumas destas situações o quanto antes. As pessoas já sofreram demais e precisam que os postos atendam suas necessidades básicas. O momento pede que a energia elétrica destas Unidades seja religada e o funcionamento restabelecido o mais breve possível”, completou Júlio Cezar.
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