Crianças são envenenadas a caminho de escola e população acredita ser culpa do jogo Baleia Azul
Crianças são envenenadas em Monte Carmelo, no Alto Paranaíba, após consumirem balas as quais continham o agrotóxico aldicarbe, popularmente conhecido como chumbinho.
As vítimas de três e oito anos foram envenenadas na tarde dessa quarta-feira (26). Segundo a Polícia Militar, as crianças seguiam até escola quando um desconhecido deu a elas três balas repletas de chumbinho.
Cada criança consumiu um doce. Intoxicadas, elas começaram a apresentar alguns sintomas como náuseas, vômito, dor abdominal, tremores e taquicardia e foram levadas pelas famílias até o Pronto Socorro Municipal de Monte Carmelo.
A PM informou que a criança mais velha está bem, mas continua em observação. Já a mais nova foi encaminhada para um hospital em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ainda conforme a polícia, ela também está estável e deve ser liberada em breve.
Baleia azul
O mito envolvendo o jogo Baleia Azul amedronta moradores da cidade de Monte Carmelo. Isso porque, um boato de que uma pessoa estaria envenenando crianças por conta desse jogo invadiu as redes sociais. Os órgãos oficiais não confirmaram a veracidade desses rumores.
No dia 18 deste mês, um boato de que crianças de Ipanema, na região do Rio Doce, seriam envenenadas com balas recheadas de chumbinho assustou a população do município.
Uma mensagem de um suposto jogador do “baleia azul”, que circulou nas redes sociais, dizia que 30 crianças de três escolas diferentes de Ipanema receberiam as balas envenenadas.
"Oi me chamo Lucas e estou no desafio da baleia azul. Moro na cidade de Ipanema MG e estou no décimo desafio que é dar balas envenenadas pra 30 crianças de 3 escolas diferentes. Peço desculpas às mães, mas tenho que cumprir ou eles vem atrás de mim. Sinto muito pelo filho de vocês. Desafio aceito", afirmava o texto.
PM do município considerou a mensagem um boato. Entretanto, por precaução, a corporação comunicou as escolas sobre o caso e os professores orientaram os alunos a não aceitar balas oferecidas por estranhos. Além disso, o policiamento foi reforçado nos horários de aula das instituições de ensino da cidade.
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