Ex-funcionária de Aline Barros alega que sua homossexualidade motivou demissão
Ex-backing vocal de Aline Barros trabalhou com ela por 10 anos
Parece notícia repetida, mas não é. Aline Barros está sendo processada por outra ex-funcionária. Desta vez, a backing vocal Rejane Silva de Magalhães.
A coluna de Léo Dias teve acesso ao processo, no qual Rejane alega que a empresa da cantora, a Aline Barros Produções Artísticas, não aceitou sua condição de homossexual, e, por isso, ela garante que acabou sendo desligada da banda sem uma comunicação prévia.
O valor da causa é de R$ 1 milhão. Rejane foi contratada em 2005 e permaneceu na banda até 2015. Na petição inicial com mais de 300 páginas, a ex-funcionária da cantora pede declaração de vínculo empregatício, uma vez que a mesma não possuía carteira assinada, recolhimentos de INSS e Fundo de Garantia, horas extras, horas trabalhadas em feriados, adicional noturno, décimo terceiro salário, férias, além de reivindicar uma redução salarial que ela alega ter tido.
A coluna procurou a cantora Aline Barros, que até o fechamento desta edição não havia se pronunciado.
Veja também
Últimas notícias
Em meio a crise com bolsonaristas, Tarcísio troca chefe da Casa Civil
Identificadas as cinco vítimas fatais de acidente com ônibus na BR-251, no Norte de Minas
Polícia Civil prende padrasto que estuprou e engravidou a própria enteada
Justiça concede progressão de pena e Babal Guimarães passa para o regime semiaberto
Queda em obra mata trabalhador de 58 anos em Rio Largo; suspeita é de choque
Estudos técnicos vão investigar rachaduras em casas na zona rural de Craíbas
Vídeos e noticias mais lidas
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
Após bebedeira, dois homens se desentendem e trocam tiros em Traipu
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
