Deputada é expulsa do plenário por estar com bebê no colo
Na Alemanha, a deputada estadual Madeleine Henfling, da região da Turíngia, foi expulsa do plenário porque segurava o filho, de seis semanas. Um dia depois de ser convidada a retirar-se do local, a parlamentar retornou com a mãe, que ficou cuidando do bebê, enquanto ela votava.
A confusão ocorreu nos últimos dois dias. O presidente do Parlamento da Turíngia, Christian Carius, disse que, pelas regras da Casa, a presença de bebês não é permitida no plenário. Carius afirmou que, para o bem-estar da criança, devem ser adotadas alternativas adequadas para os cuidados infantis. Porém, no prédio do Parlamento da Turíngia, na cidade de Erfurt, não há creches, nem locais próprios para bebês.
A sessão foi suspensa por 30 minutos, enquanto o comitê consultivo parlamentar discutia a questão. No final, foi dito à deputada que não poderia ficar no plenário enquanto estivesse com o bebê.
"Sinto-me como um parlamentar de segunda classe só porque tenho um filho para cuidar", afirmou Madeleine com o bebê no colo.
As regras do Parlamento Estadual da Turíngia não impedem explicitamente crianças e bebês no plenário. No entanto, o presidente do Parlamento deve aprovar todos os visitantes extras – um pedido que Carius negou.
Veja também
Últimas notícias
Jovem de 20 anos é assassinado a tiros na zona rural de São Sebastião
Drogas enterradas são localizadas em imóvel abandonado em Arapiraca
Homem tenta se desfazer de sacola, mas acaba preso por tráfico de drogas em Arapiraca
Homem é baleado na cabeça e na mão durante ataque a tiros em Arapiraca
Turista do Rio de Janeiro é preso suspetio de estupro no Litoral Sul de Alagoas
[Vídeo] Viaturas da Guarda Municipal colidem durante deslocamento na AL-145, em Delmiro Gouveia
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
