Novos casos de suspeita de dengue: Hospital Regional reforça alerta de prevenção
O aumento de casos de suspeita de dengue, atendidos no Hospital Regional de Arapiraca no mês de agosto (154 contra 129, detectados em julho), reforçam a preocupação do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia para os cuidados com a prevenção.
“A população precisa ficar alerta e nunca deixar de lado a prática dos rituais preventivos”, falou a chefe do departamento, Nelva Rubia.
Apesar do aumento ser considerado pequeno, não provocando riscos de uma epidemia ( 19% se comparado ao mês de agosto), os casos suspeitos atendidos no Regional refletem a necessidade de uma maior vigilância doméstica.
Para a Coordenadora, o mosquito transmissor da dengue, chamado Aedes Aegypit, precisa ser combatido cotidianamente com ações caseiras, a exemplo de se evitar acúmulo de água em recipientes, tapar recipientes para o lixo e usar repelentes.
“Depois de todas as campanhas é natural que as pessoas fiquem mais acomodadas, mas esse é o risco. Então é preciso reforçar sempre as informações”, comentou o Diretor Médico do Hospital, Ulisses Pereira.
Cautela
Para o provedor Geraldo Magela Pirauá - que recebeu semana passada o Prêmio Melhores do Ano, Trofeu Imprensa Tv OOPS, pelo trabalho realizado à frente do Hospital- as medidas preventivas devem ser sempre priorizadas.
“Estamos aqui para atender a população, que precisa de informações para se precavir de doenças que podem ser evitadas. A prevenção sempre será o melhor remédio”, falou.
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti; o vírus da dengue causa doença febril aguda. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e autolimitado, podendo uma pequena parcela dos infectados evoluir para doença grave.
A infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Em caso de suspeita de dengue o paciente deve procurar a unidade referência do seu bairro. “Importante que os usuários estejam sempre atentos, sobretudo com as crianças, que costumam ser mais vulneráveis”, avaliou Rúbia.
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