Polícia prende acusados de homicídio brutal em Campo Alegre
A vítima foi morta em via pública com pauladas e perfuração de arma branca
A Polícia Civil (PC) prendeu em Campo Alegre, na tarde desta quarta-feira (31), uma dupla acusada de matar, na última segunda-feira (29), Edilson dos Santos, conhecido por “Tô”, morto a pauladas no Centro da cidade.
Em 48 horas, a equipe do 75º Distrito Policial (DP), sob o comando do delegado Sidney Tenório, ouviu oito testemunhas que resultou no pedido de prisão temporária contra José Eduardo Silva Ferreira, o “Nica” e Alexandro dos Santos Silva, o “Soa”, solicitado pela autoridade policial.
“Há indícios de autoria que levaram a juíza Luana Freitas a decretar as prisões”, frisou o delegado, acrescentando que Nica ameaçou a vítima de morte horas antes do crime, dizendo que ela não mais voltaria para casa.
Segundo o Inquérito Policial, foi Alexsandro dos Santos quem levou o comparsa para casa da vítima. “Edilson dos Santos havia furtado um aparelho celular da irmã de Nica (objeto já recuperado) e este jurou vingança. Tudo isso contado por várias testemunhas”, explicou o delegado Sidney.
José Eduardo e Alexandro foram localizados e presos na cidade de Campo Alegre.
Veja também
Últimas notícias
Polícia conclui inquérito envolvendo vereador de Dois Riachos preso por ameaçar dona de bar
[Vídeo] Homem invade igreja no Barro Duro e furta notebook durante a madrugada
Homem é preso por agredir e tentar sufocar a esposa no bairro Vergel do Lago
Ex-funcionário é alvo de operação por desviar R$ 281 mil de patrão idoso
Caio Bebeto diz que saúde é a pior pasta do Estado e afirma que setor 'vive na UTI'
Homem é preso em Maceió suspeito de fotografar mulheres dormindo de roupas íntimas
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
