ANA estuda possíveis impactos dos rejeitos de Brumadinho no rio São Francisco
ANA e outros órgãos públicos monitoram curso do Rio Paraopeba
A Barragem I da mina Córrego do Feijão, rompida no último dia 25 de janeiro de 2019, está localizada em Brumadinho (MG), em um córrego afluente ao rio Paraopeba, que, por sua vez, deságua no rio São Francisco no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, localizado a 331 km da barragem rompida, conforme ilustra o mapa do link a seguir: http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/noticias/nota-informativa-2013-possiveis-impactos-dos-rejeitos-de-brumadinho-no-rio-sao-francisco/mapa_sf.pdf.
Segundo o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, o ponto mais a jusante do rio Paraopeba, onde foram identificadas alterações do parâmetro turbidez, se localiza no município de São José da Varginha (MG). Este local se encontra a cerca de 200 km do início do reservatório de Três Marias. Entretanto, essas alterações se mostram ainda pequenas e dentro da faixa de valores usuais para o período.
Deve-se mencionar, ainda, que a ausência de precipitações significativas nos primeiros dias após o rompimento da barragem colaborou para a baixa velocidade de propagação da frente de sedimentos e para sua deposição no leito do rio.
Todavia, com a ocorrência de chuvas, poderão ser registradas alterações no comportamento até agora observado, em decorrência da lavagem e novos aportes de rejeitos localizados na própria barragem e na bacia de drenagem localizados a jusante do local do rompimento.
Trata-se, portanto, de um desastre complexo cujo desenvolvimento no tempo e no espaço precisa ser monitorado de forma que se possam avaliar todos os desdobramentos para a bacia hidrográfica.
O acompanhamento do desenvolvimento do processo no rio Paraopeba, particularmente nas usinas de Igarapé e Retiro Baixo, será de extrema importância para elaborar previsões sobre o comportamento do fenômeno.
Ainda não é possível afirmar, neste momento, as consequências que advirão ou que os rejeitos provenientes do rompimento da barragem irão atingir o reservatório de Três Marias e impactar usuários de recursos hídricos localizados no rio São Francisco.
O monitoramento em curso no rio Paraopeba, conduzido pela ANA, Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), CPRM e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), segundo metodologias e procedimentos normatizados, tem seus resultados divulgados por meio de boletins diários nas páginas eletrônicas dessas instituições.
Assim, o acompanhamento continuado da propagação dos rejeitos provenientes do rompimento da barragem será mantido, intensificado e estendido ou adaptado, sempre que necessário, para acompanhar sua evolução ao longo do rio Paraopeba e, eventualmente, no reservatório de Três Marias.
O monitoramento em curso no rio Paraopeba, conduzido pela ANA, Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), CPRM e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), segundo metodologias e procedimentos normatizados, tem seus resultados divulgados por meio de boletins diários nas páginas eletrônicas dessas instituições.
Assim, o acompanhamento continuado da propagação dos rejeitos provenientes do rompimento da barragem será mantido, intensificado e estendido ou adaptado, sempre que necessário, para acompanhar sua evolução ao longo do rio Paraopeba e, eventualmente, no reservatório de Três Marias.
Veja também
Últimas notícias
De cavadinha, Mota bate último pênalti, garante acesso do ASA e enlouquece torcida
Alex Bruno marcou. O ASA acreditou. E Arapiraca voltou para a Série C!
Com fala gravada de Bolsonaro, Flávio inicia corrida à Presidência
Carro capota e motorista fica ferido ao voltar de Festival em Água Branca
Daniel Barbosa reforça presença política em Maceió com adesivaço no Benedito Bentes
Acidente entre carro e ambulância é registrado em Viçosa
Vídeos e noticias mais lidas
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Abastecimento do Tabuleiro é paralisado para conserto de rompimento em adutora
Com mais de R$2,6 milhões destinados por Gabi Gonçalves, Rio Largo autoriza construção do Mundo TEA
