Subprocurador quer investigar suposto favorecimento da Record em verbas publicitárias de Bolsonaro
Aumento de 63% na verba publicitária favoreceu Record, de Edir Macedo, que recebeu mais que a Globo.
Aumento de 63% na verba publicitária favoreceu Record, de Edir Macedo, que recebeu mais que a Globo. “O princípio da impessoalidade requer, sob o enfoque da isonomia, que a administração pública confira tratamento isonômico, sem preferências ou discriminações”, escreveu o subprocurador.
Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (16) da Folha de S.Paulo, informa que o subprocurador-geral do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas da União, solicitou investigação sobre “possível direcionamento de verbas publicitárias” pelo governo Jair Bolsonaro.
O pedido está relacionado à divulgação nesta segunda-feira (15) sobre aumento de 63% dos gastos de Bolsonaro com publicidade no primeiro trimestre – em comparação o mesmo período de 2018. A Rede Record, de Edir Macedo, foi a que mais recebeu dinheiro, passando a Globo, que perdeu também para o SBT, de Silvio Santos.
“O princípio da impessoalidade requer, sob o enfoque da isonomia, que a administração pública confira tratamento isonômico, sem preferências ou discriminações”, escreveu Rocha. A Secom diz que quitou compromissos assumidos pela gestão anterior.
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