Deputado Tarcizo Freire cobra IC em Arapiraca e sugere local para instalação
O parlamentar destacou os altos índices de violência e ocorrências policiais no Agreste Alagoano
Há muitos anos o deputado estadual Tarcizo Freire (PP), vem trabalhando pela instalação do Instituto de Criminalística (IC), na cidade de Arapiraca. A solicitação foi tema de discussão por diversas vezes pelo parlamentar em outrora.
Durante seu mandato como vereador pelo município de Arapiraca, Freire fez uso da palavra na tribuna da Casa Herbene de Melo por inúmeras ocasiões. Na oportunidade, realizou pronunciamentos solicitando dos órgãos e das autoridades competentes a instalação de uma equipe permanente no município.
E desde que assumiu uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), o IC se tornou uma das prioridades de Tarcizo. Em 2016, o deputado levou o projeto para o plenário da Assembleia, o qual foi aprovado pelos parlamentares da Casa que entenderam a certeza da contribuição.
Em seu segundo mandato como deputado estadual, Freire mais uma vez traz para ao plenário da Casa de Tavares Bastos o assunto para discussão. Desta vez, ele apresenta uma proposição que além de cobrar o Instituo de Criminalística (IC), sugere o local para instalação.
O parlamentar apresentou a indicação de nº 189/2019 que solicita do Governo do Estado de Alagoas que seja criado de imediato uma equipe do Instituto de Criminalística / Perícia oficial para ficar na comarca de Arapiraca. Podendo provisoriamente ficar instalada do prédio do SAMU/ Governadoria do Agreste, até que o Governo do Estado consiga viabilizar uma sede definitiva.
“É importante frisar que o Estado de Alagoas tem uma grande estrutura física no município de Arapiraca, mas precisamente no prédio onde funciona o SAMU, o local comporta perfeitamente uma sede provisória do IC”, disse Freire.
Tarcizo também destacou os altos índices de violência e ocorrências policiais no Agreste Alagoano que necessitam da atuação do IC para fins de perícia no município e a demora da chegada de uma equipe no local.
“As famílias das vítimas de violência no Estado são obrigadas a assistir passivamente com enorme sofrimento os corpos de seus parentes em plena via pública por horas, até que uma equipe do Instituto de Criminalística se desloque da capital Maceió, para o interior do Estado, sendo desumano tal espera”, concluiu o deputado Tarcizo Freire.
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