Exclusivo: 7Segundos revela imagens de acusados da morte de comerciante arapiraquense
Willames França da Silva e Allan Chrystian da Silva são considerados foragidos
O delegado de Coruripe, Gustavo Pires, confirmou na manhã desta terça-feira (03), que encaminhou para a justiça pedido de mandado de prisão preventiva contra Willames França da Silva e Allan Chrystian da Silva, suspeitos na morte do empresário arapiraquense Valcir Leite Tenório, 37. Segundo o delegado, o crime foi motivado por uma dívida de Willames com a vítima.
Valcir Leite foi esfaqueado e queimado vivo no último dia 19 de agosto, no povoado Bom Sucesso, zona rural de Coruripe. Apesar dos ferimentos graves, ele conseguiu pedir ajuda a moradores da região e foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no município e, de lá, foi transferido para a unidade de queimados no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu três dias depois.
Gustavo Pires afirmou que a vítima colaborou com as investigações antes de morrer e chegou a dizer que foi abordado por dois homens ao passar por uma lombada no município de Feliz Deserto. Depois, ele teria sido espancado e atacado com facadas no pescoço. Em seguida, os criminosos jogaram gasolina e atearam fogo na vítima. Os assassinos pensaram que o empresário estava morto e fugiram do local, sem levar nenhum pertence dele.
O 7Segundos conversou com familiares de Valcir Leite, eles não quiseram gravar entrevista, mas afirmaram que querem justiça e a punição dos responsáveis. "Tudo o que sabemos sobre o que aconteceu é o que a polícia está divulgando e tudo que a gente quer, nesse momento, é que os responsáveis sejam presos e paguem pelo crime que cometeram. Valcir não merecia passar por tudo isso", afirmou um parente, que pediu para não ser identificado.
Apesar da divulgação dos nomes dos acusados e de enfatizar que o Disque Denúncia 181 está disponível para quem quiser ajudar a polícia a localizar os suspeitos, o delegado Gustavo Pires afirma acreditar que Willames França da Silva e Allan Chrystian da Silva não estão mais em Alagoas. "O caso teve muita repercussão, certamente eles fugiram", declarou.
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