Esposa de dono de funerária, que matou vendedor em Arapiraca, é presa pela Deic
Margarida Lira foi condenada no assassinato de João Ricardo Albuquerque, ocorrido em 2008
Na manhã desta terça-feira (22) uma operação realizada pela Policiai Civil, no bairro Santos Dumont, em Maceió, resultou na prisão de Margarida Lira da Silva, 44 anos. Margarida foi condenada no assassinato do vendedor de planos de sáude João Ricardo Albuquerque, ocorrido em fevereiro de 2008, no município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas.
A prisão realizada por policias da Gerência de Recursos Especiais (GRE) e da Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic), comdandada pelo delegado Fábio Costa, foi em cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela 8ª Vara Criminal de Arapiraca.
Após a prisão, Margarida Lira da Silva foi encaminhada ao sistema prisional onde ficará á disposição da Justiça.
Entenda o caso
No dia 9 de fevereiro de 2008, o vendedor de planos de saúde, João Ricardo Albuquerque, 49, foi assassinado com vários tiros de pistola quando saía da casa da namorada, na comunidade rural Cangandu, em Arapiraca.
Em 2013, Claudiomar Francisco da Silva, e a esposa dele, Margarida Lira da Silva, foram condenados pela assassinato do vendedor. Claudionor foi condenado a 12 anos e um mês de prisãou. Já a esposa, teve uma pena menor, nove anos de reclusão. Segundo a denùncia do Ministério Público, Claudiomar Francisco executou a vítima com sete tiros de pistola, e Margarida Lira deu apoio ao marido na fuga.
A motivação do homicídio foi uma discussão ocorrida entre João Ricardo Albuquerque e Claudiomar Francisco da Silva em função do valor de um caixão funerário. À época do crime, Claudiomar Francisco era proprietário de uma loja que vendia urnas funerárias em Arapiraca. A familia dele tem tradição no município nesse segmento comercial. .
Em 2008, a sogra de João Ricardo Albuquerque faleceu e apesar de ter realizado um plano funerário há três meses, naquele periodo, a funerária pertencente a Claudiomar Francisco cobrou o valor de R$ 1.400 pelo caixão.
João Ricardo Albuquerque que estava negociando a compra do caixão achou o valor abusivo e chamou Claudiomar Francisco de “ladrão”.
Este foi o motivo para Claudiomar Francisco executar a vítima em fevereiro de 2008.
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