Com a ajuda OAB/Arapiraca, mulher que teve dedos decepados consegue benefício assistencial
A mulher, que teve dedos de uma das mãos decepados durante um assalto, vem sendo acompanhada de perto pela Subseção
Com a ajuda da OAB/Arapiraca, por meio das Comissões de Direitos Humanos, da Mulher e a de Direito Previdenciário, a dona de casa Marizete Maria de Oliveira, conquistou o direito de receber benefício assistencial. A mulher, que teve dedos de uma das mãos decepados durante um assalto, vem sendo acompanhada de perto pela Subseção, que ajudou também firmando parceria para a reabilitação e tratamento psicológico da vítima de assalto.
“Estamos chegando ao final do ano e recebemos uma notícia que é verdadeiramente um presente. A dona Marizete, que foi vítima de um terrível crime em Arapiraca e que chocou a toda sociedade, teve hoje seu benefício assistencial concedido pela Previdência Social após uma atuação muito eficiente da OAB. A sensação de todos nós é de alegria em perceber que ainda podemos contar com a sensibilidade humana em órgãos tão importantes como o INSS. Fica aqui o meu registro de gratidão pelo empenho e dedicação ao gerente da agência da previdência em Arapiraca, doutor Alando Lima, extendido a todos os servidores do órgão e os parabéns pela linda atuação das doutora Cris Lucio, da Comissão da Mulher e doutora Elis Nunes, da Comissão de Direito Previdenciário e doutor Marcio Alberto da Comissão de Direitos Humanos. Sensação de dever cumprido!”, exclamou o presidente da Subseção, Hector Martins.
Marizete Oliveira foi vítima de assalto no dia 27 de julho. Ela estava em uma oficina mecânica que pertencia à família quando o estabelecimento foi invadido por dois criminosos, que deceparam dois dedos da mão para que ela entregasse as chaves de um carro que não estava com ela. Mesmo recebendo acompanhamento obtido em parceria com a OAB, as sequelas impossibilitam a vítima de trabalhar e então a Ordem entrou em ação para ajudar a vítima de assalto.
“Hector Martins pediu que a Comissão assistisse dona Marizete para tentar um benefício assistencial, visto que ela não contribuída para o INSS e não teria direito a um auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Fizemos uma visita e orientamos a cerca dos documentos necessários. Depois demos entrada no processo administrativo e entramos em contato com o gerente do INSS em Arapiraca, doutor Alando e há duas semanas ela passou pelas avaliações sociais e médicas. Ela foi aprovada nas duas e teve o benefício concedido. Apesar de ainda estar abalada pelo falecimento do filho, ocorrido há dois meses, está muito agradecida”, afirmou a advogada Elis Nunes.
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