Mães relatam acolhimento dos filhos na Brinquedoteca do Hospital de Emergência do Agreste
A Brinquedoteca Alegre e Brinque foi inaugurada em agosto do ano passado
Mães relatam acolhimento dos filhos na Brinquedoteca do HE do Agreste
A rotina da agricultora Simone Nunes da Silva foi alterada, esta semana, depois que a filha de apenas dois anos de idade sofreu uma forte reação alérgica. Mãe e filha tiveram de deixar a cidade de Craíbas e procurar atendimento especializado no Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca.
Acompanhada do marido e agricultor Paulo Magalhães da Silva, a camponesa decidiu levar a filha, em observação médica, para conhecer a brinquedoteca do maior hospital público do interior de Alagoas.
“A brinquedoteca aqui parece um paraíso. Aqui elas se sentem muito bem aqui, e as meninas ajudam as crianças brincar. Esse espaço tanto serve para a recuperação da saúde, como também educa e traz descontração para as crianças”, declara Paulo Magalhães.
A dona de casa Taíse Silva Santos, moradora da cidade de Arapiraca, trouxe o filho de 12 anos e a filha menor de quatro anos para interagirem com outras crianças, no espaço lúdico instalado no HE do Agreste.
“Meus filhos estão fazendo exames de rotina, na pediatria, e gostei muito de conhecer, pela primeira vez, a brinquedoteca aqui do hospital, porque ajuda a descontrair nossas crianças e não deixar elas tão nervosas durante o tratamento. Elas brincando e se divertindo, com certeza, tudo isso ajuda elas voltarem para casa muito bem”, acrescenta.
A Brinquedoteca Alegre e Brinque foi inaugurada em agosto do ano passado, em parceria com a Faculdade de Ensino Regional Alternativa (Fera).
Alunos do curso de Pedagogia e voluntários, com o apoio de lojistas e empresários locais, conseguiram o mobiliário, brinquedos, livros infantis e material didático para acolhimento, diversão e lazer das crianças internadas no maior hospital público do interior de Alagoas.
O espaço lúdico funciona no período da tarde, das 14 às 17 horas, com diversas atividades, a exemplo de pinturas, músicas, sala de tevê, contação de histórias e leitura com os pacientes.
Diariamente, um pedagogo, um servidor de apoio técnico e três alunos e alunas do curso de Pedagogia fazem o acolhimento das crianças, familiares e acompanhantes.
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