Aumento dos preços nos supermercados tem modificado relação de consumo do arapiraquense
Segundo o IBGE, em um ano de pandemia, o preço dos alimentos subiram em média 15%
Um ano após o início da pandemia, as relações de consumo do brasileiro mudou. O dinheiro parece que ficou mais curto e, em Arapiraca, a população tem sentido isso pesar principalmente na hora de encher o carrinho do supermercado.
Para a professora Edleuza Ferreira, durante a pandemia o gasto mensal com alimentação ficou muito maior, apesar da quantidade de itens comprados se manter praticamente a mesma.
"Há alguns dias eu precisei ir ao supermercado apenas para comprar itens que faltavam para uma lasanha de domingo. Em menos de 30 minutos pelos corredores do estabelecimento, lá se foram R$100 comprando o básico", relatou.
O aumento no preço dos alimentos é uma realidade em todo o país. Segundo dados do Instituto Brasileiro e Estatística (IBGE), em um ano de pandemia o preço de produtos alimentícios subiu pelo menos 15%, quase o triplo da taxa oficial de inflação do período, que ficou em 5,20%.
Essa foi a primeira divulgação do IPCA compreendendo 12 mesmo sob influência da pandemia, decretada pela OMA em 11 de março de 2020.
Entre os grupos de alimentos pesquisados pelo IBGE, as maiores altas ocorreram em cereais, leguminosas e oleaginosas (57,83%), óleos e gorduras (55,98%), tubérculos, raízes e legumes (31,62%), carnes (29,51%) e frutas 27,09%.
Para a dona de casa Suely Ferreira, até o galão de água mineral de 20 litros tá mais caro. "Antes da pandemia eu comprava água a R$5, mas hoje tenho comprado a R$7 e sei de lugares vendendo a R$9", relatou.
Com o aumento de preços, a população tem dado preferência a comprar no formato atacado. "Eu preferia comprar no supermercado do bairro, mas agora tenho ido para os mercados de atacado pra poder economizar. Infelizmente a gente precisa se adaptar", continuou a dona de casa.
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