Carlos diz que hospital perto não garante atendimento ágil a Bolsonaro
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro criticou, nesta terça (6/1), argumento usado para negar prisão domiciliar e remoção do pai ao hospital
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) criticou, nesta terça-feira (6), o argumento usado para negar pedidos de prisão domiciliar e de remoção hospitalar do pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a alegação de que a proximidade entre a Superintendência da Polícia Federal e um hospital garantiria atendimento rápido não se sustenta na prática.
O ex-presidente sofreu traumatismo leve após uma queda, durante a noite, na qual teria batido a cabeça.
“Foi negada anteriormente a prisão domiciliar com a justificativa de que a distância da PF até um hospital permitiria atendimento em cerca de cinco a 10 minutos. Já se passaram mais de 10 horas, e essa negativa cai por terra”, afirmou. Para Carlos, “proximidade não significa agilidade”.
A declaração ocorre no mesmo dia em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que a família vai solicitar à Polícia Federal (PF) um relatório para esclarecer por quanto tempo o ex-presidente permaneceu desacordado após sofrer a queda dentro da unidade onde está preso.
Decisão de Moraes
Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o encaminhamento imediato do ex-presidente ao hospital DF Star, com base em laudo da PF que apontou ferimentos leves e ausência de necessidade de remoção, recomendando apenas observação.
Em seguida, o ministro, que está de férias em Dubai, determinou que:
seja juntado o laudo médico realizado pela Polícia Federal decorrente do atendimento de Bolsonaro;
a defesa indique quais os exames entende necessários para que se verifique a possibilidade de realização no sistema penitenciário.
Jair Bolsonaro cumpre pena em regime fechado após condenação pelo STF a 27 anos e 3 meses pela atuação na trama golpista.
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