Após perder filha de 3 anos, mulher pede ajuda para conseguir engravidar novamente
Moradora de Lagoa da Canoa precisa passar por exame cirúrgico que não está disponível no SUS
Mãe de duas adolescentes, Vanessa Matias da Silva, 35, moradora de Lagoa da Canoa, já passou pela maior dor da maternidade, com a morte de sua filha caçula nove meses atrás. Mesmo assim, a desempregada não desistiu do desejo de aumentar a família e de realizar o sonho do marido de ter um filho biológico. Só que após sofrer dois abortos espontâneos, a única chance de conseguir levar uma gravidez até o final está na realização de um exame cirúrgico, que não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
“O procedimento custa R$ 3.500 e como meu marido e eu não temos condições de arcar com todo esse valor, porque estamos passando por momento de dificuldade, resolvi fazer uma vaquinha no valor de R$ 3 mil. Mas até o momento, pouca gente ajudou”, lamenta. Veja mais informações sobre como ajudá-la ao final da matéria.
Vanessa Matias tem duas filhas, de 17 e 13 anos do primeiro casamento e, com o atual marido teve Sarah Sofia, que nasceu com uma cardiopatia grave. A criança tinha uma má-formação no coração, que foi descoberta com dois meses de vida. A técnica de enfermagem decidiu ficar sem trabalhar para se dedicar integralmente a filha, que passou por uma cirurgia de peito aberto aos oito meses de vida e passou a conviver com um marca-passo. A menina ainda chegou a ter uma parada cardíaca aos 10 meses, mas depois disso passou a se desenvolver normalmente, com algumas pequenas intercorrências.
“Ela tinha sintomas de choque, que acontecia de maneira muito rápida, e que poderia passar despercebido para uma pessoa que não tinha formação na saúde. Por isso nunca quis voltar ao trabalho”, conta Vanessa. Apesar dos cuidados e do amor, a pequena Sarah Sofia faleceu nove meses atrás, no dia em que completava três anos e dois meses de vida.
“Não existe nada que possa preencher essa lacuna em nossas vidas. Era a primeira filha do meu esposo. Ter um outro filho não vai substituir e nem apagar a Sarah, mas vai dar uma nova alegria. A cada tentativa de gravidez que não dá certo, ele fica muito depressivo”, ressaltou.
A técnica de enfermagem já havia passado por histerectomia para não ter mais filhos, mas fez fertilização in vitro, só que sofreu dois abortos nos últimos meses. Para que ela possa levar uma gravidez até o fim, ela precisa passar por uma histerioscopia cirúrgica com biópsia de útero, um procedimento que serve para examinar e retirar miomas e pólipos, caso sejam encontrados. É considerado um exame de alta complexidade, que necessita de internação e anestesia geral para ser realizado.
“Fiquei sem trabalhar para cuidar da minha filha e, depois que ela faleceu, a pandemia já havia começado, então não consegui mais trabalho. Mesmo sendo da área da saúde, está difícil”, conta a técnica de enfermagem.
Quem quiser ajudar a Vanessa, pode fazer doações de qualquer valor na Vakinha, por meio do link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-pra-vanessa-vanessa-matias-da-silva. Até a tarde desta quinta-feira (01), ela conseguiu apenas cinco apoiadores e obteve pouco mais de 10% do valor que precisa.
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