Preços dos remédios: Rodrigo Cunha quer aprovação de projeto que cancela aumento
Na semana passada o governo federal autorizou o reajuste dos preços de medicamentos em todo o país
O senador Rodrigo Cunha (PSDB) defendeu nesta terça-feira (6) a aprovação urgente pelo plenário do Senado Federal do Projeto de Lei (PL) 939/2021, que “congela” e impossibilita o aumento no Brasil do preço dos medicamentos enquanto durar a pandemia da Covid-19. Caso seja aprovada no Congresso e transformada em lei, a medida se aplicará retroativamente a qualquer reajuste realizado em 2021, aliviando as finanças de muitas famílias em crise financeira devido ao avanço do novo coronavírus e à deterioração da economia nacional.
“A economia enfrenta graves problemas devido à pandemia. Milhares estão sem emprego, empresas fecham as portas e medidas de restrição, necessárias à contenção da Covid-19, impactam negativamente os negócios e a geração de renda no Brasil. Diante deste quadro e da necessidade de conter a inflação, é necessário cuidado extremo quando o governo autoriza reajuste de preços. E o caso no caso dos medicamentos, gêneros de primeira necessidade para muitos, este aumento precisa ser evitado. Por isso, o Senado precisa votar e aprovar este Projeto tão importante”, destacou o senador alagoano.
Na semana passada o governo federal autorizou o reajuste dos preços de medicamentos em todo o país. A partir de 1º de abril, os remédios tiveram aumento de até 10,08%, segundo anunciou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), organismo do governo que regula o reajuste de remédios. A Câmara é o órgão interministerial responsável pela regulação econômica do mercado de medicamentos no Brasil e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exerce o papel de Secretaria-Executiva da Câmara.
A resolução aprovada pelo Conselho de Ministros do colegiado estabeleceu três porcentuais máximos de aumento, de acordo com a classe terapêutica dos medicamentos e perfil de concorrência da substância: 10,08% (nível 1); 8,44% (nível 2); 6,79% (nível 3). Os reajustes já estão sendo aplicados pelas farmacêuticas. Em 2020, o reajuste dos remédios foi suspenso por 60 dias pela Medida Provisória 933/2020. Como não foi votado pelo Congresso, o texto da MP perdeu eficácia em 28 de julho.
“Precisamos corrigir esta distorção. Já não bastassem os aumentos de outros preços regulados como o dos combustíveis, o aumento do preço dos medicamentos, em plena pandemia, prejudica milhares e milhares de brasileiros, milhares de alagoanos. São pessoas que já têm pouco, que necessitam e precisam fazer suas compras em farmácias com freqüência, e que encontrarão preços ainda mais altos. O Projeto 939/2021 faz justiça e necessita de apoio no Congresso”, concluiu Rodrigo Cunha.
Últimas notícias
Família de turista morto após comer caranguejo consegue dinheiro e corpo vai para Cuiabá
Adolescente foge de casa e namorado é preso por estupro de vulnerável no Agreste
Guilherme Lopes amplia base e recebe apoio de vereador de Quebrangulo
Estudantes alagoanos brilham em exposições de telas sobre Nise da Silveira no Cine Arte Pajuçara
Grupo de Capoeira Mandingueiros de Penedo celebra 18 anos de atividades
Programa “Esporte para Todos” é lançado com grande participação popular em Palmeira dos Índios
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
Com avanço das obras, novo binário de Arapiraca já recebe sinalização e mobiliários urbanos
