"Gatinha da Cracolândia" é presa acusada de traficar drogas
A prisão de Lorraine Bauer é resultado de operação realizada há quatro meses
A jovem Lorraine Cutier Bauer Romeiro foi presa nesta quinta-feira (22) em uma ação da operação Carontes da Polícia Civil de São Paulo. Lorraine crescia cada vez mais na internet como influencer, com mais de 35 mil seguidores em uma rede social. Porém, no submundo do tráfico, Lorraine ficou conhecida como “Gatinha da Cracolândia”.
Em uma ação realizada em Barueri, na Grande São Paulo a suspeita foi encontrada junto com outros 12 suspeitos. Ao ser encontrada pela polícia, Lo Bauer confessou seus crimes e indicou que a droga estava em um hotel abandonado usado por dependentes químicos no Centro de São Paulo, usado como quartel-general do tráfico. No espaço, foram encontrados diversos tipos de droga.
A polícia já havia descoberto a ação de Lo Bauer como fornecedora de drogas na Cracolândia, função que assumiu ao namorar André Luiz dos Santos Almeida, um traficante que foi preso junto com ela.
Lorraine foi presa na 1ª fase da operação Carontes, mas foi mantida em prisão domiciliar pela Justiça por causa da filha, que havia acabado de nascer. Porém, a jovem mãe não se dedicou à filha e voltou a coordenar o tráfico na região.
A influenciadora ostentava nas redes sociais uma vida de luxo, com carros, motos, iates e grandes viagens. Na verdade, a investigação mostra que a ascensão social de Lorraine, que pertence a uma família de classe média de São Paulo, se deu devido ao tráfico de drogas.
A operação Carontes corria há quatro meses com policiais infiltrados, disfarçados de dependentes químicos dentro da Cracolândia. Eles conseguiram mapear alguns criminosos envolvidos no tráfico local e entre os 13 presos, estava Lorraine. Durante a investigação, foi estimado que, em 1 ano, as quadrilhas que atuam na região lucram em torno de R$200 milhões.
O delegado Roberto Monteiro falou ao Brasil Urgente sobre a prisão de Lorraine. De acordo com o delegado, a jovem se disfarçava ao andar na região da Cracolândia e traficava também em outras regiões. Segundo o depoimento de Lo Bauer, ela foi “atraída” ao mundo do crime por más companhias e por relacionamentos que teve.
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