Foragido da Justiça e acusado de matar homem em Água Branca é preso em São Paulo
Gilmar da Silva foi localizado por meio do trabalho em conjunto das polícias Civil de Alagoas e de São Paulo
Um homem acusado de homicídio em Água Branca, no Sertão de Alagoas, foi preso pela polícia, na última sexta-feira (25), em Piracicaba, no interior do estado de São Paulo. Gilmar da Silva, conhecido como “Da Lua”, 36 anos, tinha um mandado de prisão preventiva em aberto.
Ele é apontado como autor do assassinato de Manoel Vieira Sandes, ocorrido no dia 13 de setembro de 2009, no Sítio Saco dos Pambus, zona rural do município alagoano. Gilmar da Silva foi localizado por meio do trabalho em conjunto das polícias Civil de Alagoas e de São Paulo.
A festa e o crime
A esposa, uma filha e um genro da vítima relataram que no início da noite foram juntos para uma festa de aniversário no mesmo povoado onde houve o assassinato. Eles permaneceram no local até às 22 horas, quando resolveram retornar para casa, em Delmiro Gouveia. Manoel Vieira decidiu não voltar com os familiares e permaneceu na festa.
Entre os convidados estava “Da Lua” que, assim como a vítima, ficou na festa até o fim, por volta das 4 horas da madrugada. Conforme testemunhas, Manoel entrou em uma estrada vicinal e “Da Lua” o seguiu.
No início da manhã, Manoel Sandes foi encontrado morto próximo à residência da sogra com um ferimento na perna esquerda, supostamente provocado por instrumento perfurocortante.
Apontado por populares como suspeito do crime, “Da Lua”, que era morador do Sítio Pintado, zona rural de Água Branca, viajou na mesma semana do homicídio para o estado do Rio de Janeiro. Nem mesmo a família dele sabia da viagem repentina.
Preso em São Paulo
Apontado pela polícia como autor do crime, “Da Lua” foi denunciado pelo Ministério Público (MP) no dia 29 de outubro de 2010. Logo depois, o Poder Judiciário decretou a prisão preventiva do suspeito, que até então estava foragido da Justiça.
Depois de mais de dez anos foragido, Gilmar da Silva foi localizado por meio de um trabalho em conjunto das polícias Civil de Alagoas (PC/AL), por meio da Gerência de Inteligência Policial (Ginpol), e o Grupo de Operações Especiais (GOE), de São Pualo (PC/SP), por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil de São Paulo (DEIC).
Agora, “Da Lua”, agora está recluso em São Paulo à disposição da Justiça alagoana.
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