Milei corta ministérios pela metade em 1º decreto como presidente da Argentina
Novo presidente reduziu pastas do governo argentino de 18 para 9; nomes já tinham sido anunciados antes da posse
O recém-empossado presidente da Argentina, Javier Milei, assinou neste domingo (10.dez.2023) seu 1º decreto como chefe de Estado. No texto, ele oficializou a redução dos ministérios do seu governo. Serão 9. A gestão de Alberto Fernández (2019-2023) tinha 18 pastas.
O enxugamento do 1º escalão havia sido uma promessa de campanha de Milei. Ele criticava o número de ministérios do governo anterior. Na ocasião, afirmou que seriam 8 ministros em seu mandato. Posteriormente, decidiu manter o da Saúde, elevando o total para 9.
Os nomes já eram conhecidos antes da posse deste domingo (10.dez). Foram anunciados progressivamente desde o fim do 2º turno, em 19 de novembro. O último nome oficializado foi o de Mario Russo, justamente para a Saúde.
Milei confirmou que, dos 9 ministérios, 2 serão caracterizados como “superministérios”. Os “superministros” combinarão as funções de vários órgãos: o da Infraestrutura unificará Transporte, Obras Públicas, Mineração, Energia e Comunicações. O de Capital Humano contemplará Desenvolvimento Social, Trabalho e Educação.
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