Delegado deve pedir transferência para AL de empresário e mulher envolvidos na morte de Marcos André
Os dois estão presos no interior da Bahia

Enquanto avança nas investigações na tentativa de identificar mais envolvidos no crime, a Polícia Civil deve pedir a transferência, da Bahia para Alagoas, do casal apontado como suspeito pelo assassinato do jovem Marcos André de Lima, de 23 anos.
A suspeita é de que a motivação do crime tenha sido passional. A expectativa é que o empresário investigado pelo assassinato deva ser interrogado nos próximos dias.
A mulher envolvida no caso tem 28 anos e já tem filhos com o empresário, de 39 anos. Ambos foram presos e estão sendo investigados pelo crime. A prisão do empresário se deu na quarta-feira (28) na cidade de Ribeiro do Pombal, interior da Bahia. Já a mulher, foi presa nesta quinta-feira (29), em Paulo Afonso, Sertão baiano.
O envolvimento dela com Marcos André teria motivado o homicídio, segundo apontam as investigações. Durante o último interrogatório, a mulher preferiu permanecer em silêncio, informou o delegado Rodrigo Rocha Cavalcanti, que investiga o caso. O delegado informou ainda que a polícia já dispõe de indícios mais do que suficientes que comprovariam o envolvimento dos dois.
O caso
Na noite de 27 de janeiro deste ano, Marcos André foi morto a tiros e em seguida, teve o corpo carbonizado na rodovia AL-145, em Água Branca, município do Sertão de Alagoas. Tudo aconteceu após Marcos André, conhecido também como "Tonton", receber uma ligação da namorada, pedindo ajuda após, supostamente seu carro ter apresentado defeito em um trecho da rodovia AL 145, em Água Branca.
A vítima pegou emprestada a motocicleta da irmã e foi até ao local. Na versão inicial apresentada pela namorada - agora presa acusada de participação no homicídio - quando a vítima chegou à localidade, eles foram rendidos por três homens armados que anunciaram um assalto.
Ela contou que Marcos André estava armado e reagiu ao suposto assalto e por isso teria sido assassinado pelos bandidos com tiros na cabeça e no tórax. Ainda na versão da mulher, os bandidos arrastaram o corpo da vítima para a parte de trás do carro e atearam fogo no corpo e no veículo, usando um líquido inflamável.
Após o crime, ela disse ter sido levada como refém pelos bandidos até o município de Jatobá, em Pernambuco, onde supostamente foi libertada. Essa versão era contestada desde o início pela família de Marcos André, que nega que ele possuía arma de fogo e que acredita que ele não reagiria ao um suposto assalto.
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