Três suspeitos de homicídio são inocentados por falta de provas após atuação da Defensoria Pública
A suposta mandante do crime também foi julgada na mesma sessão do júri, mas não foi defendida pela Instituição. Ela foi condenada
O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Arapiraca acolheu as alegações de negativa de autoria apresentadas pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL) durante julgamento ocorrido nessa terça-feira, 21, e absolveu três cidadãos acusados de suposto envolvimento em um homicídio ocorrido no ano de 2016.
Durante o julgamento, os três defensores públicos, Daniela Figueira Armindo, Diego Cury-Rad Barbosa e Brígida Barbosa de Sousa, demonstraram que os cidadãos acusados da suposta autoria material do crime sempre negaram qualquer participação no caso e não existiam provas que comprovassem a ligação deles com os mandantes.
Conforme os autos, o homicídio aconteceu no ano de 2015, no município de Maribondo, e teria sido motivado por questões familiares. A ex-esposa e o pai teriam encomendado o homicídio do ex-marido e do sogro após a separação do casal. Por sua vez, a pessoa supostamente contratada para o crime teria chamado outras pessoas para realizar a execução.
A suposta mandante do crime também foi julgada na mesma sessão do júri, mas não foi defendida pela Instituição. Ela foi condenada.
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