Justiça mantém prisão de escultor responsável por chacina na zona rural de Arapiraca
Outros dois envolvidos foram liberados para cumprir medidas cautelares em Sergipe
O Tribunal de Justiça decidiu pela manutenção da prisão preventiva do escultor acusado de matar quatro pessoas e ocultar seus corpos em um poço na zona rural de Arapiraca. A decisão foi tomada durante uma audiência realizada nesta quarta-feira (24), após a análise dos fatos apresentados pela defesa e pelo Ministério Público.
Reginaldo da Silva Santana, que é réu por quádruplo homicídio e ocultação de cadáver, permanece preso desde o dia 19 de abril, quando os corpos de Letícia da Silva Santos, 20; Lucas da Silva Santos, 15; a companheira dele, Joselene de Souza Santos, 17; e o amigo Erick Juan de Lima Silva, 20, foram retirados do interior de um poço com oito metros de profundidade localizado dentro da propriedade rural onde ele morava, no povoado Laranjal.
De acordo com o Ministério Público, a manutenção da prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública e evitar que o réu interfira nas investigações. A promotoria argumentou que há indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes, justificando a medida cautelar.
A defesa do escultor, por sua vez, pediu a revogação da prisão, alegando falta de provas concretas e destacando o comportamento cooperativo do acusado durante as investigações. No entanto, o juiz responsável pelo caso decidiu manter a prisão preventiva, considerando os argumentos do Ministério Público e a gravidade dos crimes imputados.
O caso segue sob investigação, e o escultor aguarda o julgamento preso.
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