Moradoras de Delmiro Gouveia estão entre mortos em acidente com ônibus em MG
Veículo saiu de Arapiraca e sinistro deixou cinco mortos
Uma jovem de 19 anos e a filha de um ano, que são moradoras da cidade de Delmiro Gouveia, estão entre as vítimas fatais que morreram no acidente com um ônibus na noite desta quarta-feira (21) em um trecho da rodovia BR-251, próximo a cidade de Francisco Sá, no norte de Minas Gerais. O Veículo saiu de Arapiraca e sinistro deixou cinco mortos e dezenas de pessoas feridas.
As vítimas foram identificadas como Luana, de 19 anos, e a filha dela, Luna, de apenas um ano de idade. Mãe e filha viajavam no ônibus que saiu de Alagoas com dezenas de passageiros e tinha como destino final a cidade de Itapema, em Santa Catarina. Outras nove pessoas ficaram em estado grave e foram encaminhadas para unidades de saúde da região.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo tombou na altura do km 474 da rodovia federal. Uma possível falha no sistema de freios pode ter provocado o acidente em território mineiro.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o ônibus transportava cerca de 44 passageiros, oriundos de municípios alagoanos como Delmiro Gouveia, Água Branca, Mata Grande, Arapiraca e União dos Palmares, além de cidades da Bahia, como Paulo Afonso e Santa Brígida.
Ainda segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, o veículo operava de forma irregular, sem autorização formal para realizar o transporte de passageiros.
Conforme informou a PRF, durante o trajeto, ao passar por um trecho de declive acentuado e curva, o veículo teria apresentado problemas na frenagem. No momento do acidente, chovia, o que pode ter contribuído para a perda de controle. Ainda segundo os agentes, o motorista não conseguiu reduzir a velocidade, fazendo com que o ônibus saísse da pista e tombasse às margens da rodovia.
Em nota enviada à imprensa, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) revelou que o ônibus operava de forma irregular. Segundo o órgão, tanto o veículo quanto a empresa responsável não possuíam autorização para realizar transporte interestadual de passageiros, caracterizando a atividade como transporte clandestino.
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. A perícia técnica esteve no local, onde realizou a coleta de vestígios que devem auxiliar na reconstrução da dinâmica do ocorrido.
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