Moro e Deltan criticam homenagem a Lula e dizem: “Apagaram o triplex e o sítio de Atibaia”
Ex-juiz e ex-procurador da Lava Jato afirmam que desfile em homenagem ao presidente ignorou casos do triplex e do sítio de Atibaia
O senador Sergio Moro e o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol criticaram a homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em desfile carnavalesco da escola Acadêmicos de Niterói e afirmaram que o enredo ignorou episódios ligados aos escândalos investigados na Operação Lava Jato.
Em publicações nas redes sociais, os dois ex-integrantes da operação disseram que a apresentação teria “apagado” capítulos polêmicos da trajetória política do presidente, citando o caso do triplex do Guarujá e o sítio de Atibaia. Moro ironizou a homenagem, enquanto Dallagnol classificou o desfile como uma espécie de “revisão histórica”.
Os processos envolvendo Lula chegaram a resultar em condenações em primeira e segunda instâncias, mas foram posteriormente anulados pelo Supremo Tribunal Federal, que entendeu que a Justiça Federal de Curitiba não era o foro competente para julgar os casos.
A homenagem no Carnaval reacendeu o debate político e dividiu opiniões nas redes sociais, trazendo novamente à tona discussões sobre memória política, justiça e narrativa histórica no país.
Últimas notícias
Morre aos 64 anos o jornalista e radialista Carlos Bina
Jovem cantora alagoana realiza sonho ao se apresentar no circuito Barra-Ondina, em Salvador
Ceci prestigia Carnaval de rua em Alagoas e reforça valorização da cultura popular nos municípios
Identificada mulher que morreu em capotamento na AL-220; vítima morava em Sergipe
Homem é preso com revólver durante evento carnavalesco em Taquarana
Desfile que homenageou Lula retrata evangélicos em 'lata de conserva' e gera reação política
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
