IML de Arapiraca convoca familiares para liberação de dois corpos identificados
Caso não haja o comparecimento de parentes, as vítimas serão sepultadas como indigentes
A chefia do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca emitiu na tarde desta sexta-feira (13) um apelo público urgente para que familiares de dois homens, já identificados oficialmente, compareçam à unidade para a liberação dos corpos. Segundo o órgão, as vítimas deram entrada há semanas e a conclusão dos trâmites legais depende exclusivamente da presença de parentes.
Identificação das Vítimas
Um dos casos é o de Reginaldo Messias da Silva, filho de Pedro Barbosa da Silva e Maria Caetano de Messias. Natural de São José da Tapera, nasceu em 14 de fevereiro de 1975 e tinha 51 anos. Trabalhava como autônomo e, segundo informações levantadas pela equipe do IML, possivelmente residia na localidade conhecida como Lagoa do Félix, no município de Igaci.

Reginaldo apresentava pele parda, cabelos pretos, olhos castanhos e aproximadamente 1,65 metro de altura. O corpo deu entrada no IML de Arapiraca no dia 6 de março, oriundo da Fazenda São Francisco de Assis, localizada no município de Penedo.
O outro caso é o de Michel Tavares de Barros, filho de Petrúcio Ramiro Tavares e Marinete Alexandre de Barros. Natural de Limoeiro de Anadia, ele nasceu em 7 de setembro de 1986 e tinha 39 anos. Trabalhava como agricultor e, conforme informações preliminares, residia no povoado Pimenteira, na zona rural de Campo Alegre.

Michel Tavares de Barros possuía pele parda, cabelos e olhos castanhos e cerca de 1,60 metro de altura. O corpo foi encaminhado ao IML de Arapiraca no dia 12 de fevereiro, após atendimento no Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca.
Procedimentos Legais
A direção do instituto informou que ambos faleceram por causas clínicas (morte natural). A identificação foi confirmada por meio de exame de necropapiloscopia, realizado pelo papiloscopista Sérgio Alison Portela, do Instituto de Identificação de Alagoas.
O IML reforça que o comparecimento de familiares ou de pessoas que possuam informações sobre o paradeiro de parentes é fundamental. Sem o reconhecimento formal, não é possível realizar os rituais de despedida, o que levará ao sepultamento das vítimas como indigentes.
Os interessados devem procurar a sede do IML na cidade do Agreste de Alagoas o mais breve possível para viabilizar a liberação e garantir um sepultamento digno aos entes queridos.
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