Polícia

Cabrini chega a AL para investigar Caso Maria Daniela e aumenta pressão por justiça

O repórter está no estado para produzir uma reportagem especial sobre o episódio

Por 7Segundos 04/04/2026 07h07 - Atualizado em 04/04/2026 08h08
Cabrini chega a AL para investigar Caso Maria Daniela e aumenta pressão por justiça
Jornalista está fazendo uma reportagem especial para o Domingo Espetacular - Foto: Divulgação

A chegada do jornalista Roberto Cabrini a Alagoas elevou o Caso Maria Daniela a um novo patamar de repercussão. O repórter está no estado para produzir uma reportagem especial sobre o episódio, que será exibida neste domingo no programa Domingo Espetacular, da Record TV.

Durante a apuração, Cabrini passou pelo Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca unidade onde a vítima recebeu atendimento após o crime em busca de informações que possam aprofundar a investigação jornalística.

O caso, considerado um dos mais graves dos últimos tempos no estado, vem mobilizando a opinião pública e aumentando a pressão por respostas das autoridades.

Processo avança mesmo com suspeito foragido

Enquanto ganha destaque nacional, o processo judicial também avança em Alagoas. Na segunda-feira (23), foi realizada audiência de instrução mesmo sem a presença do principal suspeito.

Investigado por estupro e tentativa de feminicídio, Victor Bruno da Silva Santos, conhecido como “Vitinho”, não compareceu ao interrogatório e segue foragido da Justiça.

Durante a audiência, foram ouvidas a vítima e testemunhas indicadas pelas partes, dando continuidade à fase de instrução processual.

Fase final se aproxima

De acordo com o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), o processo entra agora na etapa de diligências complementares. Em seguida, acusação e defesa devem apresentar as alegações finais antes da decisão judicial.

Relembre o caso

Maria Daniela foi atacada em dezembro de 2024, após participar de uma confraternização em Coité do Nóia. Segundo a denúncia, o crime teria sido premeditado, com uso de substâncias sedativas para impedir qualquer reação da vítima.

Após as agressões e tentativa de asfixia, a jovem ficou em coma por cinco dias e atualmente enfrenta graves sequelas, dependendo de familiares para atividades básicas.

O caso segue gerando comoção em Alagoas e cobrança intensa por justiça
, especialmente diante da condição de foragido do principal suspeito.