Politicando
Qual a impotência da Uveal?
Há três meses que a eleição da União dos Vereadores de Alagoas (Uveal) deveria ter acontecido, porém por intervenção judicial ainda não ocorreu.
Independente dos grupos políticos distintos concorrentes e as razões jurídicas que levaram à decisão liminar a pergunta que se tem que fazer é:
- Como a Uveal interfere na vida das pessoas?
Pois bem, deveria capacitar e qualificar melhor os vereadores alagoanos. Mas o que se vê é apenas o embate político em torno da entidade. A AMA vai até um pouco além dos prefeitos. Possui caráter municipalista pela força que a pauta existe e exige no Congresso. Já a Uveal tem sido um custo financeiro para fins de uso político.
O embate extra político que ficou judicializado mostrou que a Uveal não faz tanta falta assim para os alagoanos, tanto que poucas pessoas sabem qual a sua utilidade. Alguns críticos chegam a intitular o órgão como Serveal, mas não o Serviços de Engenharia do Estado de Alagoas e sim Serviços pata os Vereadores de Alagoas.
Agora em junho se completa seis meses que o órgão está sem diretoria, sendo gerido pelo ex-vereador Fabricio Faustino, de Paulo Jacinto.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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