Politicando
Pela 24ª vez, Renan é um dos “Cabeças do Congresso”
Senador alagoano bate recorde de indicações do DIAP e também aparece como o mais produtivo
Pela vigésima-quarta vez consecutiva, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) está entre os “Cabeças do Congresso Nacional”, a lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) que anualmente aponta os congressistas mais influentes e produtivos.
Com mais essa inclusão na lista dos “Cabeças”, Renan segue sendo o parlamentar brasileiro com mais indicações do DIAP, que agora já somam 24. Com um diferencial este ano: segundo levantamento do (M)dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles, o senador alagoano aparece como o de maior produtividade em 2019, porque conseguiu converter em leis 21 dos projetos que apresentou aso Congresso.
A lista dos “Cabeças do Congresso” é muito aguardada a cada ano, pela credibilidade e pelo reconhecido rigor dos critérios do DIAP no julgamento da liderança e do trabalho de cada parlamentar. O Departamento analisa ao longo de cada ano a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão.
Em suas redes sociais, o senador Renan Calheiros postou uma mensagem de agradecimento: “Sou muito grato aos alagoanos que confiam no meu trabalho ao longo desses anos. Vamos em frente”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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